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Por Sucena Shkrada Resk (Blog Cidadãos do Mundo)

Em (22), em comemoração ao Dia Internacional da Biodiversidade, foi lançado o livro “One Ocean Many Worlds of Life” (Um oceano: muitas palavras, muita vida), pela Organização das Nações Unidas (ONU). A versão digital (em inglês), com 80 páginas, está publicada no site: http://www.cbd.int/idb/doc/2012/booklet/idb-2012-booklet-en.pdf . Uma obra interessante para pesquisa, tendo em vista, que os oceanos ocupam 71% do planeta, cerca de 40% da população mundial vive a menos de 100 km da costa e nessa imensidão azul, os fitoplânctons fornecem 50% do oxigênio da Terra.

O trabalho trata da questão do aumento da acidez, da complexidade e situação atual da diversidade marinha existente, dos impactos exercidos pelos seres humanos e consequentemente em prejuízo da vida no planeta, no contexto das mudanças climáticas…Veja a íntegra em http://www.cidadaodomundo.blog-se.com.br .

Por Sucena Shkrada Resk (Blog Cidadãos do Mundo)

Foi lançado, nesta semana, sob encomenda do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), o “Game Change Rio” na plataforma do facebook (com versão em português), que tem como mote, os desafios da “economia verde” e da escolha de políticas para a sustentabilidade, como se o participante estivesse no ambiente real de intervenções da ONU, entre especialistas, gestores e legisladores.

Comecei a interagir, para compreender aos poucos a dinâmica. Nesse primeiro contato com o jogo, fui nomeada economista-chefe da ONU e a minha tarefa é de escolher políticas para a sustentabilidade. É apresentado um leque de opções (reais), que envolve recursos econômicos e naturais e situações de consumo no mundo contemporâneo.

Segundo os criadores do jogo (Fundação para o Desenvolvimento Ecológico, a Code Sustentable e o Millenium Institute’s Green Economy Model), o modelo tem mais de 5.000 indicadores, e com 125 cartões de políticas desenvolvidas, possibilitando milhões de resultados.

Mais informações são encontradas na página Game Change Rio .

Por Sucena Shkrada Resk (Blog Cidadãos do Mundo)

Liberdade de expressão. Um termo que exige aprofundamento e que, cotidianamente, é pasteurizado, em definições genéricas, como slogan de campanhas. Refleti, nesta semana, sobre essa questão, durante e pós o Seminário Desafios da Liberdade de Expressão, promovido pelo Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), em São Paulo, no último dia 4. A única certeza que tirei disso tudo: que somente quando há “horizontalidade” na comunicação é que o processo, de fato, ocorre. Para isso, a primeira coisa é quebrar rótulos e estereótipos e partir para os motivos que levam aos desafios…Colocar o dedo na ferida.

Quem fala por quem em nossa sociedade? Afinal, não é direito de todos e todas? Indivíduos? Tendo o princípio do respeito mútuo? A gente assume realmente nosso protagonismo ou quem faz isso por nós em nosso nome, sem sequer saibamos o que estão assumindo como nossas ânsias, reivindicações e metas?…

De duas ou uma: acomodação, alienação ou falta de acesso aos meios devido a monopólios e sistemas hierárquicos. Em qualquer uma das circunstâncias, cabe a cada um de nós as mudanças…

Por que lutamos por um direito que é constitucional? Já analisaram essa lógica perversa? Mas no dia a dia, nos defrontamos com uma parcela significativa da sociedade da qual fazemos parte, que não tem acesso ao mesmo. E de qual parcela estamos falando? A lista é longa, quando observamos a realidade brasileira, de forma regionalizada. São personagens (cidadãos e cidadãs) que integram grupos (ou não), socialmente identificados, com seus mais variados recortes, que anseiam por ter espaço e acesso a se manifestar.

– Cidadão (ã) comum (ing) que não faz parte de alguma associação, grupo específico etc;…Veja a íntegra em http://www.cidadaodomundo.blog-se.com.br .

Por Sucena Shkrada Resk (Blog Cidadãos do Mundo)

O acesso à comunicação na contemporaneidade não pode ser definida somente por plataformas tecnológicas, como se fosse a única solução para tudo. Quando restringimos a uma alternativa, caímos na armadilha da verticalização. O princípio é o poder de escolha aos diversos tipos de mídias, desde o cordel, o jornal mural ao blog, a grupos, redes (acesso democrático por banda larga à internet), ao vídeo, a rádios e tvs comunitárias e a grades e pautas democráticas nas demais mídias. Tradição e modernidade são compatíveis e podem se misturar. Dão liga, porque inspiram manifestações e linguagens diversas e com um caráter importante: permitem a espontaneidade da participação.

Aqui não se trata de melhor ou pior, mas meios diferentes, com amplitudes menores ou maiores de público e participantes. Ao engessar as possibilidades, nos tornamos vítimas de nossos próprios discursos libertários. Por isso, achei interessante a apresentação do case “Cordel de Comunicação” apresentado pela jornalista pernambucana Raquel Lasalvia, do Centro de Cultura Luiz Freire, (CCLF), de Olinda, no último dia 4, durante o Seminário Desafios da Liberdade de Expressão. O evento foi promovido pelo Fórum Nacional pela Democracia da Comunicação (FNDC), em São Paulo.

Em conversa com o Blog Cidadãos do Mundo, ela explicou que a iniciativa surgiu em agosto do ano passado, no processo de divulgação das propostas do FNDC para o marco regulatório da comunicação no país. “A questão era popularizar as informações sobre os pontos discutidos. O jornalista Ivan Moraes Filho (também do CCLF) escreveu um texto em formato de cordel, nesse sentido. Daí João Brant (Intervozes) ajudou no mote, além de contribuições de Ricardo Mello”, disse. Assim surgiu a Peleja Comunicacional do Marco Regulatório e ‘Conceição’ Pública na terra sem lei dos coronéis eletrônicos.

No conteúdo, há trechos como esse:…

Veja a íntegra do artigo em www.cidadaodomundo.blog-se.com.br

 

 

Por Sucena Shkrada Resk (Blog Cidadãos do Mundo)

O título da notícia, no último dia 2, é o seguinte: “Um milhão de crianças correm risco de morrer de desnutrição no Sahel, alerta UNICEF”, no site da Organização das Nações Unidas (ONU). Nas entrelinhas, está descrita mais essa informação: Existem atualmente 15 milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar no Sahel, que se estende do Oceano Atlântico ao Mar Vermelho.

Os discursos se esvaem quando a brutalidade imposta pela realidade nos bate à porta. Nessa hora, o que é “genérico” no draft zero tem sentimento, dor, nome e lugar nesse planeta. Mais que dinheiro, essa situação envolve a necessidade de mudança de diretrizes políticas, econômicas, de educação socioambiental e não só de “ajuda” que se restringe aos dólares e não se importa com a manutenção da melhoria, sem enxergar as pessoas em sua integridade.

Aqui está um fato em que a expressão “justiça socioambiental” toma corpo e grita…Veja a íntegra em http://www.cidadaodomundo.blog-se.com.br .

No dia 25 de abril ocorreu o 1º Fórum de Jornalismo Ambiental, no Auditório Verde da Feira Internacional de Tecnologia para o Meio Ambiente – Fiema Brasil 2012. O evento contou com a participação de Ricardo Voltolini, Alan Dubner, Paulina Chamorro, Cláudia Piche, Vilmar Berna, Henrique Camargo e Reinaldo Canto, jornalistas experientes na área ambiental.

Em um círculo feito para aproximar palestrantes e participantes, Alan Dubner, mediador do Fórum, abriu as atividades fazendo com que todos os que estavam presentes no auditório pegassem o microfone para fazer uma breve apresentação, havendo assim, uma integração e um bate papo descontraído. Foram discutidos temas voltados à sustentabilidade e meio ambiente, envolvendo o jornalismo ambiental virtual e ainda puxando para o debate a Rio + 20, conferência da Organização das Nações Unidas (ONU), que será realizada em junho, no Rio de Janeiro.

Mostrando a importância das redes sociais, Paulina Chamorro, conectada no Twitter, transmitiu informações em tempo real sobre a votação do novo Código Florestal, que estava sendo analisado naquele momento. Ela ressaltou que além da informação instantânea, o microblog, ajuda na rede de fontes do jornalista, pois cada um pode escolher quem seguir, de acordo com o que as pessoas tuítam e direcionam suas informações.

Ricardo Voltolini comentou que a quantidade de conteúdo que circula na mídia sobre meio ambiente aumentou nos últimos tempos, porém, a qualidade continua no mesmo patamar de antigamente. Mas o clima esquentou quando Sílvia Marcuzzo afirmou que paulistas e cariocas estão mais engajados na questão ambiental do que os gaúchos. O Rio Grande do Sul tem um dos grupos voltados ao jornalismo ambiental mais antigos do país, o Núcleo de Ecojornalistas do RS (NEJ/RS), mas o questionamento é quanto a aproximação desse importante núcleo de um grupo maior de profissionais da área e da comunidade.

Dubner encerrou o fórum dizendo que esse evento foi apenas o início dos encontros para debater questões ambientais. A partir de agora, os jornalistas que estiveram presentes ao encontro têm a missão de se reunirem todos os anos e sempre agregar mais, tanto para a comunidade em geral, quanto para os próprios profissionais.

“Antes de você pensar em ser um jornalista ambiental, seja um bom jornalista”, concluiu Paulina Chamorro.

 

Marceli Dutra – Especial Fiema

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Foto: Gilmar Gomes