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Região do Parque Nacional de Superagui (PR) – Crédito da foto: Sucena Shkrada Resk

Por Sucena Shkrada Resk

As analogias, por muitas vezes, facilitam a melhor absorção das conexões dos fatos. Sendo assim, se aqui no Brasil, colocarmos o ecossistema costeiro e marinho no lugar do paciente e a sociedade, os gestores e legisladores no papel da equipe médica e de saúde, o resultado é crítico. Sim, o quadro não é dos melhores. Atualmente 1,57%  do bioma marinho brasileiro tem algum tipo de proteção institucionalizada por unidades de conservação federais e estaduais, o que corresponde a 151 áreas (62 de proteção integral e 89 de uso sustentável), sendo 106 sobrepostas. Somente algumas estão totalmente implementadas e as com total proteção representam 0,1% desse universo. A mais recente é o Parque Nacional Marinho das Ilhas dos Currais, no estado do Paraná, em 2013, por iniciativa legislativa, que tramitava no Congresso, há 11 anos.

O Brasil segue um quadro de vulnerabilidade de abrangência planetária. Estima-se que hoje haja somente 1% de áreas protegidas mundialmente, que representam 1,3 mil unidades, segundo o relatório A blueprint for ocean and coastal sustainability, da Organização das Nações Unidas (ONU).

Leia a íntegra da matéria em: http://cidadaosdomundo.webnode.com/news/alerta-vermelho-ao-estado-de-conserva%c3%a7%c3%a3o-da-biodiversidade-costeira-e-marinha-brasileira/

*Blog Cidadãos do Mundo – jornalista Sucena Shkrada Resk

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