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O prazo para envio de artigos ao VIII Congresso Brasileiro de Agroecologia (VIII CBA-Agroecologia) foi prorrogado até às 00h deste domingo, 28 de julho. Os interessados podem inscrever artigos e relatos de experiências para apresentação oral ou pôster durante o evento, que ocorrerá de 25 a 28 de novembro 2013, em Porto Alegre, no Centro de Eventos da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).

Os trabalhos selecionados serão publicados na Revista Cadernos de Agroecologia, da Associação Brasileira de Agroecologia (ABA-Agroecologia), promotora do evento, que também é organizado pela Emater-RS/Ascar, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Embrapa Clima Temperado, Secretaria Estadual do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Ministério do Desenvolvimento Agrário, entre outras entidades.

As normas para a submissão dos trabalhos, bem como os modelos para o envio de artigos e relatos de experiências, estão disponíveis no site do VIII CBA-Agroecologia  www.cbagroecologia.org.br.

Os trabalhos científicos poderão ser inscritos na modalidade “Artigo” nas seguintes seções: Seção Manejo de Agroecossistemas Sustentáveis; Seção Desenvolvimento Rural; Seção Ambiente e Recursos Naturais; ou submetidos na “Modalidade de Relatos de Experiências”, na seção Experiências em Agroecologia.

Durante o VIII CBA-Agroecologia também ocorrerão o XIII Seminário Estadual e XII Seminário Internacional sobre Agroecologia e o V Encontro Nacional de Grupos de Agroecologia. O tema desta edição do congresso será “Cuidando da Saúde do Planeta”. Os organizadores esperam a presença de aproximadamente 3.500 congressistas entre agricultores familiares, representantes de instituições governamentais, associações, organizações civis, movimentos sociais e acadêmicos. As atividades serão distribuídas em eixos temáticos: 1) Agroecologia e saúde humana; 2) Reinventando a economia; 3) Diversidade como condição fundamental da saúde do planeta; 4) Agroecologia como base para a educação; e 5) Saúde do Agrossistema. Além disso, também debateremos os 10 anos do CBA: evolução e perspectivas da agroecologia.

Outras informações sobre o congresso podem ser obtidas através do fone (51) 2125.3023 ou do mail sec-cba@emater.tche.br.

Via Emater RS

Jornalista Responsável: Marta Tejera Kiefer

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No dia 25 de abril ocorreu o 1º Fórum de Jornalismo Ambiental, no Auditório Verde da Feira Internacional de Tecnologia para o Meio Ambiente – Fiema Brasil 2012. O evento contou com a participação de Ricardo Voltolini, Alan Dubner, Paulina Chamorro, Cláudia Piche, Vilmar Berna, Henrique Camargo e Reinaldo Canto, jornalistas experientes na área ambiental.

Em um círculo feito para aproximar palestrantes e participantes, Alan Dubner, mediador do Fórum, abriu as atividades fazendo com que todos os que estavam presentes no auditório pegassem o microfone para fazer uma breve apresentação, havendo assim, uma integração e um bate papo descontraído. Foram discutidos temas voltados à sustentabilidade e meio ambiente, envolvendo o jornalismo ambiental virtual e ainda puxando para o debate a Rio + 20, conferência da Organização das Nações Unidas (ONU), que será realizada em junho, no Rio de Janeiro.

Mostrando a importância das redes sociais, Paulina Chamorro, conectada no Twitter, transmitiu informações em tempo real sobre a votação do novo Código Florestal, que estava sendo analisado naquele momento. Ela ressaltou que além da informação instantânea, o microblog, ajuda na rede de fontes do jornalista, pois cada um pode escolher quem seguir, de acordo com o que as pessoas tuítam e direcionam suas informações.

Ricardo Voltolini comentou que a quantidade de conteúdo que circula na mídia sobre meio ambiente aumentou nos últimos tempos, porém, a qualidade continua no mesmo patamar de antigamente. Mas o clima esquentou quando Sílvia Marcuzzo afirmou que paulistas e cariocas estão mais engajados na questão ambiental do que os gaúchos. O Rio Grande do Sul tem um dos grupos voltados ao jornalismo ambiental mais antigos do país, o Núcleo de Ecojornalistas do RS (NEJ/RS), mas o questionamento é quanto a aproximação desse importante núcleo de um grupo maior de profissionais da área e da comunidade.

Dubner encerrou o fórum dizendo que esse evento foi apenas o início dos encontros para debater questões ambientais. A partir de agora, os jornalistas que estiveram presentes ao encontro têm a missão de se reunirem todos os anos e sempre agregar mais, tanto para a comunidade em geral, quanto para os próprios profissionais.

“Antes de você pensar em ser um jornalista ambiental, seja um bom jornalista”, concluiu Paulina Chamorro.

 

Marceli Dutra – Especial Fiema

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Foto: Gilmar Gomes

A cobertura dos temas ambientais, embora seja realizada há muito tempo por jornalistas que têm as questões da área como princípios de interesse inclusive pessoal, está em um crescente de abrangência nos veículos de comunicação, assim como a sua visibilidade pública de forma geral. É diante desse cenário que ocorre no dia 25 de abril, a partir das 13h30min, o 1º Fórum de Jornalismo Ambiental Fiema Brasil. O evento faz parte da programação paralela da 5ª edição da Feira Internacional de Tecnologia para o Meio Ambiente, e acontece no Auditório Verde, instalado junto à exposição, no Parque de Eventos de Bento Gonçalves.
O Fórum trará para a mesa de debates três temas: Sustentabilidade e Meio Ambiente em Pauta – possibilidades, abordagens e desajustes, O jornalismo ambiental virtual – a cobertura feita nas mídias sociais, sites e blogs e Rio + 20 – como o tema está sendo tratado e como chegará à população. Para tratar desses assuntos foi chamado um time de profissionais com um trabalho destacado no jornalismo ambiental nacional e internacionalmente e no desenvolvimento dos conceitos da sustentabilidade em diferentes frentes.
São eles Ricardo Voltolini, publisher e consultor da empresa Ideia Sustentável, Alan Dubner, consultor em comunicação interativa e especializado em Mídia Social, Paulina Chamorro, gerente de Meio Ambiente e apresentadora das rádios Eldorado e Estadão ESPN, e Cláudia Piche, diretora de conteúdos da revista e do portal Ideia Sustentável. O time é completo ainda por Vilmar Berna, fundador da Rede Brasileira de Informação Ambiental (Rebia) e editor da Revista e do Portal do Meio Ambiente, Henrique Camargo, editor do portal Mercado Ético, e Reinaldo Canto, correspondente e colunista do portal Envolverde. Além de suas funções atuais, todos têm vasta experiência e envolvimento com o tema ambiental de forma ampla.
O Fórum de Jornalismo Ambiental será gratuito. Confirmações de presença podem ser encaminhadas pelo email imprensa1@fiema.com.br ou pelo telefone (54) 3055.3979, com a assessoria de imprensa. O cadastramento antecipado para entrada na feira pode ser feito pelo site http://www.fiema.com.br. A realização é do grupo nacional Jornalismo Ambiental e de Fiema Brasil. Patrocínio de Fundação FAT e FAT Vitae.

Grupo Jornalismo Ambiental

Trata-se de uma decorrência de uma oficina ocorrida na 4ª edição do Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental, realizado em novembro de 2011, no Rio de Janeiro. Desde então, um grupo de comunicadores passou a exercitar coletivamente a prática da abordagem de pautas ambientais e de sustentabilidade. Isso, além de estabelecer o diálogo e a reflexão sobre as temáticas afins. Dentro da ideia de ampliar, cada vez mais, os debates e o número de participantes envolvidos nessa iniciativa, algumas ações estão sendo formatadas. A primeira delas é o 1º Fórum de Jornalismo Ambiental Fiema Brasil. O site do grupo é http://www.jornalismoambiental.com.

Via Marisa Pereira

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Criado em novembro de 2011, durante a Oficina de Mídias Sociais, ocorrida durante o Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental, o projeto virtual Jornalismo Ambiental acaba de ganhar uma nova identidade visual.
O plano semântico do logotipo se refere à natureza, sol e um jornal aberto, remetendo a um rio, simbologia que vai ao encontro do objetivo de reunir as questões ambientais na web 2.0 e potencializar a experiência colaborativa em mídias sociais. 
O slogan “A sustentabilidade em palavras” busca abarcar as motivações do grupo, formado por jornalistas de vários cantos do país.
A criação da marca é do publicitário gaúcho João Alfredo Ramos Jr. 

Por Anahi Fros

05/03/2012 17:43
Por Sucena Shkrada Resk (Blog Cidadãos do Mundo)

O principal papel da cidadania é exercê-la, senão se torna figurativa. No contexto da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável – Rio+20, o acompanhamento de algumas agendas e documentos também possibilita a construção de argumentos mais sólidos nas bandeiras de lutas. Afinal, é preciso saber “exatamente” com o que concordamos ou não e o porquê.

De hoje até o dia 10, Sha Zukang, secretário-geral da Rio+20, está no Brasil, participando de reuniões com o governo brasileiro. No dia 8, em especial, terá audiência com os parlamentares brasileiros, para tratar dos preparativos políticos e logísticos para a Rio+20 e as formas de propostas quanto à temática do desenvolvimento sustentável. É interessante acompanhar o desenrolar dessas pautas, observar as informações e tratativas.

Enquanto isso, nós, da sociedade civil, ainda podemos nos mobilizar para fazer a leitura do rascunho zero do documento oficial do evento, cujo nome é “O Futuro que queremos”, construindo uma análise crítica e propostas sobre o mesmo. Primeiramente para a constituição do próprio repertório individual e depois para o compartilhamento de discussões coletivas.

Caso haja interesse, também é possível que cada cidadã e cidadão encaminhe suas análises à secretaria da Rio+20 (via vídeos ou fotografias de assuntos que você deseja sobre sua comunidade – ou assuntos que pensa que ainda serão parte da vida daqui a 20 anos; Vídeos ou gravações em que você contará suas ideias; Desenhos; Cartas ou curtas redações -300 palavras ou menos).

Esse é um canal da estrutura de comunicação da conferência, que pode ser acessado em “kit de conversação” de “O Futuro que Queremos”.

Veja a íntegra do artigo em http://www.cidadaodomundo.blog-se.com.br .

Por Vilmar Sidnei Demamam Berna (Fundador da Rebia)
  Por mais duro que seja o golpe na nossa autoestima e sentimento de superioridade, para a natureza e o Planeta somos plenamente dispensáveis. Tudo pode continuar sem nós, a não ser, claro, nós mesmos. A natureza e as demais espécies não são recursos naturais à disposição da espécie humana. Muito menos uma lixeira para nossos restos. Ou revemos nossa visão e atitudes, ou acontecerá com nossa civilização – e talvez com nossa espécie – o que já aconteceu com outras antes.
  Não é de hoje que se anuncia o fim do mundo. Os Maias, por exemplo, anunciaram o deles para agora, 12/12/2012, só que ironicamente não terão a oportunidade de conferir, por que eles próprios se encarregaram de abreviar a passagem deles pelo Planeta. Quando os invasores europeus chegaram por lá, foi para dar o golpe de misericórdia e roubar todo o ouro, por que a Civilização Maia já estava em declínio pela falta de água. Aliás, situação parecida com a que vitimou a Civilização dos Faraós, no Egito, e mais tarde a da Ilha de Páscoa. Será que os Maias, os Faraós, o povo da Ilha de Páscoa não se deram conta dos riscos, ou apenas perceberam quando já era tarde demais? Ou será que escolheram não dar bola para os avisos de alerta?
  Qual é a dificuldade em compreender que se estivermos caminhando numa determinada direção, tenderemos a chegar lá? Em 2005, a Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou um relatório intitulado “Avaliação Ecossistêmica do Milênio” (AEM), resultado de cerca de quatro anos de estudos intensivos de 1.360 cientistas de 95 países, que produziram um dos documentos mais completos e atualizados sobre a situação do meio ambiente no Planeta. O estudo revelou que cerca de 60% de todos os ecossistemas do planeta estão degradados ou sendo usados de um modo não sustentável.

  Assim como o colapso de civilizações humanas inteiras, devido ao mau uso da natureza, não é novidade na História Humana, a extinção de espécies também não é novidade para a natureza. Os cientistas conhecem pelo menos 10 eventos de extinção em massa no nosso planeta. E a natureza se recuperou. O mais recente foi provocado por um meteoro que caiu na península de Yucatán, no Golfo do México, e extinguiu todos os animais terrestres com mais de 25 quilogramas, entre os quais a espécie mais famosa é a dos dinossauros. Sorte nossa que os ancestrais mamíferos estavam na minoria que sobrou, e mais sorte ainda por que não teriam que se esconder mais dos dinossauros, permitindo a nossa existência hoje. Então, o que é crise para uma espécie pode ser oportunidade para outra. Veja mais em:  http://www.blog-rebia.blogspot.com/2012/03/fim-do-mundo-e-sustentabilidade.html

Por Sucena Shkrada Resk (Blog Cidadãos do Mundo)

Hoje ao ler a matéria 2,7 bilhões de pessoas sofrem com escassez de água, veiculada no Estadão, e acompanhar as discussões que envolvem o VI Fórum Mundial da Água, que acontecerá, em Marselha, entre os dias 12 e 17, reflito o seguinte, no contexto da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20):

Se esse tema for menosprezado dentro das prioridades do encontro, realmente as soluções ficarão mais difíceis para a qualidade de vida no planeta. O tema está contemplado no draft zero (rascunho zero) à espera de uma discussão mais atenta e séria, de fôlego, de curto a longo prazo, tanto pelos governantes, como pelos representantes dos Major Groups (nove segmentos da sociedade civil – consumidores, trabalhadores, empresários, agricultores, estudantes, professores, pesquisadores, ativistas, comunidades nativas). Por outro lado, a pressão política a ser exercida pelo Fórum Mundial da Água ainda é uma incógnita.

Segundo Benedito Braga, que preside o Fórum, lá se reunirão ministros, parlamentares e prefeitos que discutirão em grupos divididos regionalmente nas Américas, Ásia Pacífico, África e Europa. “Teremos também um encontro presidencial de alto nível”, diz. Isso, em sua opinião, favorece uma discussão mais plural e com participantes ativos em decisões na gestão da água. Veja a íntegra em www.cidadaodomundo.blog-se.com.br .

Por Sucena Shkrada Resk

Quanto mais se discute os possíveis caminhos da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), o que fica mais claro é o fato de que o diagnóstico já está feito. A questão é tratar de “como” fazer diferente. A crise social global já é reconhecida em números, geograficamente e em suas causas. A pergunta é: o quanto a Rio+20 vai realmente se aprofundar com relação ao “combate à extrema pobreza”, de forma contundente e nós, da sociedade civil, vamos pressionar e participar da mobilização, neste sentido…

Um documento que dá um panorama de como está a situação mundial é The Global Social Crisis Report on the World Social Situation 2011 . Veja a íntegra em www.cidadaodomundo.blog-se.com.br .

Por Anahi Fros

Neste sábado, 25, completa um ano desde que o motorista Ricardo Neis avançou intencionalmente sobre mais de uma centena de pessoas que pedalavam na rua José do Patrocínio, no bairro Cidade Baixa, na capital gaúcha. O ato violento contra o passeio Massa Crítica, e que teve repercussão mundial, deixou mais de 20 ciclistas feridos.
A fim de não deixar o episódio cair no esquecimento, cobrar punição ao criminoso, e de discutir o futuro das cidades e o papel da bicicleta nos âmbitos social, econômico, ambiental, esportivo e cultural, foi programado entre os dias 23 e 26 de fevereiro o 1º Fórum Mundial da Bicicleta.
A Usina do Gasômetro irá abrigar seis painéis e dezenas de oficinas autogestionadas. Um dos pontos altos da agenda deve ocorrer no sábado, 25, às 14h, durante o painel “Cicloativismo: Bicicletada/Massa Crítica, o cicloativismo como agente de mudança para cidades mais humanas”, que terá a participação do escritor norte-americano e cicloativista Chris Carlsson, criador do Massa Crítica.
O Fórum prevê também atividades paralelas, como exposições e apresentações musicais e pedaladas em outros pontos da cidade, além de um passeio turístico e um ato por cidades mais humanas também no sábado, às 18h, dia que marca um ano do atropelamento intencional.
A organização do evento é horizontal e conta com o apoio de diversas pessoas e instituições. A iniciativa partiu da reunião de moradores de Porto Alegre que utilizam a bicicleta para a prática do esporte, transporte urbano, lazer, bem como de empresários do setor de comércio e serviços.
O passeio Massa Crítica acontece em Porto Alegre desde janeiro de 2010.

Sobre o passeio Massa Crítica
O Massa Crítica está presente em mais de 300 cidades ao redor do mundo, quando dezenas, centenas ou milhares de ciclistas se reúnem, geralmente toda última sexta-feira do mês, para ocupar seu espaço nas ruas. A frase mundialmente conhecida “não estamos atrapalhando o trânsito, nós somos o trânsito” expressa bem sua filosofia.

Fórum Mundial da Bicicleta na rede
Website: http://forummundialdabici.com
E-mail: wbfportoalegre@gmail.com
Twitter: https://twitter.com/#!/FMBPOA
Facebook: Fórum Mundial da Bicicleta

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O jornalista ambiental André Trigueiro lançou, neste mês, o livro Mundo Sustentável – 2 – Novos rumos para um Planeta em Crise. A obra trata de temas, como consumo responsável e comunicação ambiental. A primeira edição do Mundo Sustentável havia sido publicada em 2005, pela Editora Globo. Mais informações em: http://www.mundosustentavel.com.br/2012/01/novos-rumos-para-um-planeta-em-crise/